terça-feira, 20 de setembro de 2011

Não sei o caminho, mas eu descubro.


Lembro da situação da Alice no país das maravilhas tendo que escolher qual caminho seguir e o que o coelho lhe ensinou, talvez ele tivesse mesmo razão ao dizer que se ela não soubesse onde queria chegar não importaria qual escolhesse...

Mas afinal, será que desde sempre sabemos onde queremos chegar? E se não houver placas de indicação nos caminhos, e nos da vida não há, não teremos que desbravá-los para saber quais ou qual deles nos levará ao destino desejado?

Por esses dias, li a frase “se você nunca sentiu medo, vergonha ou dor é porque nunca correu risco”, daí me ocorreu que não faltará situação na vida em que não temeremos uma escolha; ou que não nos embaraçaremos diante dos outros porque o que queremos não corresponde ao que esperam de nós; ou que não sofreremos porque esperávamos outro resultado para o que escolhemos, pois viver é um risco!

Então, se arriscamos o caminho da direita e ele não funcionou para nós, mas ainda nos resta força, que voltemos ao centro e escolhamos o caminho da esquerda, ou o da frente ou o de trás... O que não podemos é ficar parados diante das opções ou seguindo a multidão, porque isso não nos fará protagonistas da nossa própria história, mas meros espectadores, e quem quer isso?!

4 comentários:

Madame disse...

Arriscar é viver...

Elaine disse...

Corretíssima, Madame!

Carolina disse...

Eu acho que tem gente que, infelizmente prefere ser expectador viu...rs. Eu quero não. Tô afim é de experimentar todos os caminhos possíveis! :D

Ana B. disse...

É, é por aí mesmo... Se n soubermos pra onde estamos indo, blz, desde que a escolha seja nossa, e não dos outros. Até pq, só assim vamos refletir sobre os caminhos e talz assim como assumir as consequencias dos nossos passos... Se formos pelas escolhas dos outros sempre poderemos responsabiliza-los