sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Girl Power

Sexo fragil? Realmente não nos julgaria assim. Somos sim, mais delicadas e sensíveis, mas nunca fomos e nem seremos frágeis.Toda mulher precisa de confiança, não dos outros, mas sim própria! Ela tem que saber que é capaz de agir e fazer mudanças, de criar e reinventar, de mudar o Mundo.
Não...Não somos bruxas, mesmo que na Idade Média, a Inquisição tenha nos rotulado assim, e levado milhares de mulheres à fogueira. Somos sensitivas, entendemos o por que das coisas mais rápido, temos esse poder.
Paixão...Isso nos faz perder o controle, e muitas vezes esquecer do nosso poder e capacidade. Achamos que somos menos capazes do que eles, que temos que respeitar, e esse "respeitar" se torna , submeter, mas há mudanças.
A relação homem-mulher sofreu muitas alterações desde à época dos nossos bizavós, sinceramente hoje, em muitas casas é o sexo feminino que comanda, e quando não comanda diretamente, controla pelas forças indiretas, induzindo o outro ao ato.
"O homem é a cabeça e a mulher o pescoço", acho uma frase real, mas não concordo. Tudo bem que sabemos como controlar as atitudes de um homem, mas também pensamos, e somos influenciadas por eles sim. Quantas vezes você deixou de sair com as amigas pra ficar em casa com ele? Então, essa relação cabeça-pescoço age em trocas, uma vez nós comandamos e na outra, eles.
Devemos usar o conceito de "Garotas Poderosas", pode parecer infantil, mas comprovadamente, temos só essa vida, podemos prolongá-la alguns anos, mas vamos perder tempo nos achando inferior?
Claro que não. Somos muito superiores e podemos fazer as coisas. Então amigas, não é feminismo não, é realismo. Chega de Inferioridades, se olhe no espelho e ganhe o Mundo!

2 comentários:

Daniel Savio disse...

Na verdade, se fossemos uma sociedade equalitária mesmo, nem alternariamos o comando, mas sim chegariamos a uma resposta única obtida e refinada pelo os dois...

Fique com Deus, menina Naty.
Um abraço.

Dai disse...

(concordo com o Sávio)

Acho que o importante é esse equilibro, o autorespeito é essencial mesmo.

Acredito que, sem que nos demos conta, nosso "dispositivo" de autoestima vai sendo desregulado pela sociedade, e é preciso, ao menos, tentar regula-lo.

Numa relação, é claro que haverá concessões, mas não é saudável que essas venham apenas de uma parte.

É bom não perder o que disse de vista, viu?

=*