terça-feira, 14 de setembro de 2010

"Geneticamente, somos quase iguais aos demais animais" / "Não existe um homem igual ao outro nessa Terra! A começar pelas digitais!"

Quem nunca se deparou com as frases acima? Essas e outras que afirmam que o genoma de animais como a vaca, anêmona ou macaco são quase 100% iguais ao do ser humano... tem também as afirmações sobre o que todos os homens têm de iguais entre si (perante Deus, perante a natureza, perante o sistema solar, etc)...
Porém, sabemos que temos muitas coisas diferentes entre nós, seres humanos; entre os seres humanos e os demais animais; e também entre os animais (por exemplo: cada cachorro é de um jeito, mesmo sendo da mesma raça e da mesma ninhada)!
E então fica assim: sabemos que somos muito parecidos (em alguns aspectos, quase iguais), mas também somos bem diferentes. Na verdade, para mim, é aí que está a graça! Esses dois olhares podem ser usados tanto para destruição quanto para a construção. Podemos nos aprofundar um pouco mais nesses olhares e vermos que deles surgiram tanto a Eugenia Nazista quanto Jesus Cristo, Madre Teresa e muitos outros!
A maravilha e o respeito podem estar tanto na igualdade quanto na diferença! E a morte, a seleção, a discriminação também!
Há aqueles que se escondem atrás de teorias da seleção natural para se sobreporem aos demais, conquistarem lugares de poder, enterrando a igualdade, forçando alguma diferença para tirarem vantagens!
No entanto, pode-se olhar por esse aspecto e pensar que a defesa da vida em sociedade protege as espécies e o equilíbrio natural - tipo: "Devo ressaltar a diferença porque o outro pode 'me completar", "me ajudar'".
A igualdade pode ser guia de respeito, empatia ou de perda de sentido, perda da razão da existência ou perda da cor...
Quando me deparo com essas informações e afirmações, particularmente, penso que considerá-las pode colaborar para que se aumente o respeito entre os seres viventes da Terra. Trata-se de pontos de vista, aparentemente, divergentes. Mas, creio que sua interpretação depende muito do observador. Interessante, não? O que você acha sobre tudo isso?

2 comentários:

edna disse...

Realmente, aprendemos muito com as diferenças e com as semelhanças.Com as diferenças aprendemos a superar nossas limitações e nos precavemos de algumas situações.
Com as semelhanças a aparar as arestas do nosso carater, pois elas representam um espelho onde enxergamos algumas atitudes desagradaveis que insistimos em manter
Bjs carinhosos, mami

Daniel Savio disse...

Depende da ótica que vemos, pois em si, cada é único, mas faz parte da uma humanidade como uma célula, bem como cada animal, planta e ser humano faz parte da vida...

Fique com Deus, menina Geisa.
Um abraço.