segunda-feira, 23 de julho de 2012

Eu tomo pinga


 Tema da semana: Cachaça









Eu tomo pinga
Eu não sei o que é melhor pra mim
Eu tomo pinga
Mesmo já sabendo o que vai dar no fim
Eu tomo pinga
Será que eu tô gostando de viver assim?
Eu tomo pinga
Será que isso é bom ou ruim?
(Pinga – Pato Fu)

E dizem que no fundo do copo encontra-se a pessoa amada, neste caso não é necessário a ajuda de cartomante e nem de simpatias para trazer de volta o amor. A solução é rápida e nem sempre eficaz: beber para que o amado (a) não morra afogado (a) no fundo do copo. Até porque o plano é afogar a mágoa e não quem se ama.

Darei aqui meu depoimento sincero sobre a bebida. Digo pouco da cachaça porque me falha a memória, no sentido mais clássico da palavra: cachaça me falta a memória e desce queimando a minha garganta e apesar de, me faz rir. E eu não recuso felicidade.

Confesso que de cachaça mesmo, eu não entendo nada. De beber eu também não entendendo e acabo passando por cima daquele recado da televisão em que o moço diz rapidamente ‘Beba com moderação’. Até porque, a bebida não me deixa moderada e este negócio de medida, prudência, cautela, não é comigo e nem com a cachaça.

Um comentário:

Carolina disse...

Esse negócio de medida realmente não combina com cachaça.