terça-feira, 9 de agosto de 2011

Meu, mas nem tanto.


Tema: "Eu vou lhe deixar a medida do Bonfim, não me valeu, mas fico com o disco do Pixinguinha, sim! O resto é seu"



Em fim de relacionamento, há quem chore até as tampas, há quem fale mal de ex, há quem se silencie, há quem se jogue nas baladas, há quem devolva presentes, há quem reclame presentes, e até quem se apegue a coisas parecendo que lhe valem mais do que o ser outrora amado...

E se o caso é de apego a coisas, penso em algumas possíveis razões práticas:

  1. Coisa não fala, logo, não haverá frases rebatidas;
  2. Coisa não conta tempo, logo, não haverá reclamações caso seja deixada de canto por alguns instantes (ou muitos);
  3. Coisa pode ser levada facilmente debaixo do braço, na maioria das vezes.

Mas, a dúvida é: o ser humano que leva a coisa estaria apegado à coisa ou a história que a coisa “conta”?!


2 comentários:

Carolina disse...

Pois é, Elaine! Essa é a questão: o que tem por trás das coisas... Acho que é por isso que se torna difícil o desapego.

:)

Tava com saudade!
E adorei o item 3 da sua reflexão! Tô começando a pescar suas mensagens subliminares...heheheheeh

Elaine disse...

rs... Essa Carol! ;)