segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Inteligência Artificial

A inteligência artificial tem como base desenvolver computadores que possam simular a capacidade do ser humano de resolver problemas tentando reproduzir o pensamento humano. Desde muito tempo atrás a idéia de um computador ou robô ter a capacidade de agir e pensar como humano vem fascinando nossas mentes. Robôs capazes de resolver problemas e substituir humanos nas atividades menos prazerosas como no filme O homem bicentenário e Eu robô, vem sendo mostrados como exemplos de robôs com inteligência artificial convivendo conosco. Porém, se não vemos robôs andando pela rua resolvendo nossos problemas do dia a dia enquanto aproveitamos melhor nosso tempo, não quer dizer que não convivemos com a inteligência artificial todos os dias. Bons exemplos são os jogos com inteligência artificial, como uma partida de xadrez contra o computador, programas de análise de voz e de ensino a distância, o que dá a sensação de estarmos interagindo com um elemento inteligente. Porém o assunto entra em discussões bastante controversas, já que, mesmo pensando que seu uso pode facilitar nas atividades diárias, a capacidade de um computador em resolver problemas é de forma racional, não levando em conta problemas éticos que podem surgir e não podendo, assim, serem usados em toda e qualquer situação. Outra grande questão é a substituição da mão de obra humana pela artificial, gerando maior desemprego. Como ainda não foram desenvolvidos computadores com inteligência emocional, ou seja, a capacidade de ter emoções e reconhecer os sentimentos dos outros, lidamos com problemas éticos que um computador não é capaz de processar. Por isso a inteligência artificial deve ser usada com cuidado e em solução de problemas que não afetem o ser humano. Falando em não afetar, nós como humanos, devemos pensar também em utilizar essa tecnologia de forma a melhorar o bem estar das pessoas e não simplesmente no ganho de eficiência, substituindo a mão-de-obra humana em mão-de-obra artificial onde for possível. Façamos com que a tecnologia complete nossas atividades e não as substitua por completo, trazendo maior liberdade, praticidade e entretenimento como o vídeo que vou deixar aqui para vocês. http://www.youtube.com/watch?v=4t1NWH6G1f0&feature=related

3 comentários:

Daniel Savio disse...

Interessante, sendo que o autor de ficção cientifica Isaac Isimov criou um vasta série de livro abordado o desenvolvimento de robôs (e por conta, a inteligência artificial)...

Fique com Deus, menina Chen.
Um abraço.

Dai disse...

Na verdade, antes de pensar em criar um robô que saiba manipular um frigideira, o homem deveria se preocupar em encontrar meio de reaproveitar água, diminuir a poluição gerada por fábricas, não seria muito melhor um robozinho que transformasse água salgada em doce? :P

Mas eu sou super a favor de substituir o plenário por robozinhos, problemas éticos por problemas éticos, prefiro o robô que não tem umbigo pra olhar ;)

beijo, Chen

Chen disse...

Daniel,
Sim já ouvi falar sobre este autor.
Parece legal pensar em convivermos com robôs. É bem diferente não acha?
Beijos!
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Dai,
Sim! Robôs para ajudar no no meio ambiente e nas tarefas do dia a dia são uma boa pedida, mas sabe como é parece que para vender o robozinho para todo mundo eles preferem fazer um que saiba usar a frigideira e pegar um cerveja na geladeira para você.
Beijos!