sexta-feira, 12 de outubro de 2012

O mundo e eu e nós

Tema da semana: Sua vida, só sua ou de todo mundo?

Sempre que penso em tal questão, me vem a mente a época do ensino fundamental I. Não sei exatamente quando, mas sei que, durante um bom tempo, estudei os conjuntos matemáticos. Ou talvez não tenha estudado isso por muito tempo e o assunto tenha simplesmente me marcado [pois é...], de modo que tenha ficado na memória - e eu viesse a pensar sobre ele de um modo diferente hoje. Ufa!

Estou falando do conjunto intersecção, 


no qual exponho e coloco exatamente o que quero de mim. O grupo A representa a minha vida e o grupo B representa o mundo. A intersecção é o que eu escolhi compartilhar.

Claro que sempre pode haver alguém não muito legal a fim de te expor ou que simplesmente faz isso por não ter noção da diferença entre o público e o privado, mas isso é outra história.

O que importa é que eu sei bem a diferença entre o público e o privado e, cada vez mais, escolho a dedo com quem realmente vale compartilhar a vida. E, sinceramente, há coisas que ficam muito melhor quando guardamos só para nós mesmos.

Aprendi a deixar certas coisas soltas e a deixar as pessoas pensarem o que quiserem - e a acharem que realmente sabem sobre minha vida. Me surpreendo ao perceber como nos julgam e como nos colocam em categorias tão longe do que realmente somos. Todavia, a gente também aprende a selecionar o que se ouve, assim como a dispensar o que não vai acrescentar na-di-nha.

Porque se eu fosse levar a sério tudo o que já falaram sobre minha vida... Vou te contar, viu...

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

A vida é nossa e o problema é meu


Tema da semana: Sua vida, só sua ou de todo mundo?




Eu sempre digo que é muito fácil dar palpite na vida dos outros. Já devo ter falado aqui que eu acho a coisa mais simples do mundo resolver os problemas de outra pessoas, enquanto os nossos por vezes nos deixam
com um nó na cabeça e outro na garganta.

Minha vida não é só minha. É também daqueles que estão nela junto comigo. Aqueles que eu permito que estejam comigo, fazendo parte dos meus planos, dos meus sonhos, dos meus passos. Mas o que eu faço com ela é responsabilidade minha. As escolhas que eu faço são pensadas, às vezes, considerando outras pessoas sim, mas são na verdade aquilo que eu achei que deveria ser feito. E isso pode ter uma implicação positiva ou negativa nas minhas relações, mas não é nada além do que uma das consequências de qualquer escolha.

Minha vida é minha e eu gosto de cuidar dela. Eu gosto de lembrar que o controle é meu. Mas gosto de lembrar também que o que acontece comigo, de alguma forma e mesmo que involuntariamente pode atingir o outro. Não qualquer outro, mas aquele que está ao meu lado, fazendo parte dos meus dias. Aceitar um olhar externo sobre algum aspecto da minha vida não me custa. Mas decidir o que fazer com isso, é problema meu e só.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

O povo fala, o povo fala mesmo!



                                                       Tema da semana: Sua vida, só sua ou de todo mundo?





“A vida é minha, e quem cuida dela sou eu!” 


Hum... Será que é bem assim mesmo? Tudo bem que a vida seja sua, mas quem cuida dela normalmente não é só você, muitas vezes ela é bombardeada por opiniões ou “conselhos” que você nem se deu ao trabalho de pedir, tudo bem que fica feio você gritar aos quatro ventos...


“Meu, se toca que a vida é minha e ninguém te chamou nela.”


Mas cortar o mal pela raiz deveria ser essencial, para TODOS, por que quem de nós já não deu pitaco onde na verdade não havia sido chamado? Todo mundo fala, fala e fala da vida de todo mundo, mas muitas vezes esquece-se de olhar para o próprio umbigo e perceber que talvez você só esteja falando por que não teve 1% da coragem que o indivíduo ao lado teve de viver a vida sem ficar se deixando levar pelo pensamento alheio os as “formas corretas” de agir.




A verdade é que quando cada um passa a se preocupar muito mais com a sua vida e seus atos, começa a observar que tudo é muito simples de ser levado, e então a “obrigação” de dar satisfação ao outro, simplesmente some e então sobra o real prazer em V.I.V.E.R.