Mostrando postagens com marcador Música. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Música. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Água e Sabão


Tema da semana: drogas alternativas.



Tem gente que come chocolate. Bebe cachaça. Fuma maconha. Vai no puteiro. Estoura bolinhas. Vai ver o mar. Anda de bicileta. Come todos os bombons da caixa. Mergulha no mar. Corre 10 km. Bebe uma garrafa de vodka e outra de tequila. Faz tricot. Joga paciência spider. Toca contra-baixo. Grita. Dança até o chão. Malha até desmaiar. Come até estourar. 

Eu lavo roupa e canto. Esfrego, torço, enxáguo. Canto alto e mais alto e mais alto. Depois tomo um copo de coca-cola bem gelada e pronto, passou. Meu divã é o tanque, meus terapeutas, a água e o sabão. A música é bem vinda pra deixar tudo mais divertido e fazer a hora passar mais depressa.

Não sei dizer se enquanto esfrego minhas calcinhas eu penso nas sua mentiras e nos meus desejos. Não sei dizer se eu escolho Chico Buarque ou Amy Winehouse pra cantar, depende. O que sei é que quanto mais cheio está o cesto de roupas sujas, mais eu tenho coisas pra lavar dentro de mim. E a medida que ele vai esvaziando eu vou ficando mais leve. Parece que penduro junto com cada peça no varal um pedaço das minhas tormentas e elas secam com o vento, com o tempo. 




sábado, 7 de julho de 2012

Escolher o amor





Quando a chefa do Meninas Improváveis definiu o tema dessa semana fiquei pensando em um assunto que foi abordado pela Carol semana passada: a liberdade de escolha. 

Talvez pareça viagem, mas é isso que penso quando ouço a música Conversa de Botas Batidas e lembro da história do casal que a inspirou. Dois velhinhos, apaixonados, mas casados com outras pessoas. Porque tanto tempo vivendo uma vida dupla?

Sabe-se lá... Mas como eu tenho um coração de pedra que pende pro romance,  sempre tento acreditar que, se eles se amavam, traíram os conjugues apenas porque estavam presos em um modelo social conservador. 

Há um tempo não muito distante, os pais muitas vezes escolhiam os casamentos dos filhos. Além disso, o divórcio não era simples, nem aceito. Ainda que continue não sendo amplamente aceito, hoje é mais fácil vislumbrar a felicidade após a separação... Em linhas gerais, boa parte dos ocidentais tem liberdade de escolher o amor, e não o mais conveniente.

E sim, eu acredito no amor. Pasmem! A Carol mesmo chegou a achar que eu não gostaria desse tema... Não sei se é a imagem de durona que muitas vezes as pessoas tem, apesar dos meus post´s emo aqui no Meninas.. 

Justamente esse meu lado sentimental é que me faz desprezar tanto a maioria dos relacionamentos atuais... Eu não entendo como, em um mundo de tantas escolhas e opções, as pessoas ainda escolhem se relacionar por medo da solidão, por sexo, ou por conveniência, ao invés de escolher o amor.  Isso é uma coisa antiga, as pessoas faziam porque não tinham liberdade de escolha... nós temos!

Eu curto minha solidão. Já senti meu coração acelerar umas duas vezes nessa vida, e abriria mão de estar só pelas pessoas envolvidas... Mas só nesses casos. Não entendo porque abrir mão da minha solidão para ocupar o espaço na vida de uma pessoa que não me interessa, porque ela me acha interessante. Relacionamentos precisam de reciprocidade, eu estaria “ocupando” um espaço que poderia ser melhor ocupado e viveria uma relação baseada em um sentimento inexistente. A gente não cria sentimentos... A gente pode se aproximar da pessoa e esperar o sentimento chegar, mas as vezes ele não chega. 

Enfim, meu coração romântico acredita que, diante da possibilidade de escolha, de uma sociedade relativamente livre, o casal da música não teria morrido abraçado na clandestinidade, mas viveria abraçado diariamente. É isso que eu escolho pra minha vida. E se eu não achar o amor, desculpa, mas não vou substitui-lo pela conveniência.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Penso, logo existo

                                                    Tema da semana: The Pretender (Foo Fighters)












Apertei o play e de fundo o som era The Pretender, do Foo Fighters. O Dave Grohl (vocalista, para os desavisados) estava nervoso, descabelado e com o tom de voz alterado. Por que, hein, Dave? Entendi (do meu jeito) depois. Ele estava indignado.

A gente se engana e deixa ser enganado, mas tudo com o olho no peixe e o outro no gato, sempre colocando na nossa balança imaginária o sim e o não, o pode ou não pode. Quando nos deixamos enganar o fim é menos destruidor, pois fica aquela voz do juízo dizendo eu bem que te avisei. A gente perde um pouco a cara de palhaço quando o fim parece óbvio.

Ruim é quando somos enganados de maneira sem vergonha e dissimulada. E fica a dúvida angustiante do quem é você?, o que foi esse furacão que levou um pouco de mim? Quem foi esse que tentou controlar meus passos, domar minhas escolhas e fazer dos meus atos os mais frios e controlados? Não gosto, não sou boneca da bochecha rosada de ninguém nessa vida.

Então é assim, Dave: a gente abre bem os olhos e grita ou canta. E pra não dizer que não te dei uma resposta bonita e musical, Engenheiros definiu muito bem:

Eles querem te vender
Eles querem te comprar
Querem te matar – de rir
Querem te fazer chorar
Quem são eles? Quem eles pensam que são?
(3ª Letra do Plural - Engenheiros do Hawaii)

domingo, 15 de abril de 2012

Surrender

Tema da semana: The Pretender (Foo Fighters)




What if I say that I'll never surrender?”






Todo dia é humano: ceder ao peso, dar de si, quiçá ficar agradecido.

São muitos significados, mas o verbo render pode-se dizer que tenha um charme peculiar, ele se rende por um lado e nunca se assume rendido por outro.

Escolhendo a música The Pretender como inspiração para o post, foi fácil me lembrar de uma situação prática dos dois lados do verbo render numa mesma situação, por exemplo: foi fácil me render aos encantos do show da banda que compôs esta canção e ao mesmo tempo nunca me renderia ali ao cansaço das pernas durante ele.

Seguindo com outros exemplos: quantas vezes a gente fica rendido à fadiga e ao mesmo tempo não quer/pode se render ao luxo do desânimo e a gente não se assume rendido em tal momento? Quantas vezes a gente se sente acarinhado (rendido) com algumas atitudes de certas pessoas, cuja rendição poderia ser mal interpretada e então você não se rende ao ímpeto do momento e não se assume rendido? Quantas vezes você se vê rendido a alguma pessoa, doa parte da sua energia diária para tal e nunca assumirá isso?  Quantos finais de semana a gente se rende ao sofá, mas não nos renderemos jamais ao diagnóstico de deprimido? E tantas outras vezes que algumas pessoas foram rendidas com o “mãos para o alto e passa a grana”, mas nunca se renderam ao descrédito total na justiça? Nós, os rendidos, não nos rendemos!

Rendemos-nos ao perceber que não é fácil se render em certas ocasiões e nos sentimos totalmente rendidos ao perceber como é fácil ser tornar um rendido em erradas ocasiões e vice-versa.

E voltando ao 3º parágrafo, eu me rendo, tenho que confessar que quando cantei essa música ao vivo na semana passada, a parte que o povão mais enlouqueceu e cantou foi e se eu disser que nunca me renderei?, e não conte para eles, segredo nosso, todos ali estavam rendidos no mesmo instante em que gritavam que nunca se renderiam... haha.

*O post de hoje é de autoria da minha amiga, Laila Mirella. Veja outros textos dela no No Lipstick e no Manchete de Ontem. x)

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Porque a música brasileira morreu. Onde que eu não vi o cortejo passar?

(ou Das coisas que me irritam)

Alguém me disse certa vez ou passei eu a vida toda dizendo: não é porque você não vê que determinada coisa não existe. Exemplo clássico: ar. Exemplo do momento: a boa música nacional da atualidade. Basta que o ar se desloque que percebemos vento e sua força. Basta que a gente desloque se desloque da zona de conforto para ver (e ouvir) a música e sua força.

Longe da grande mídia, vêm surgindo novas bandas, compositores e cantoras de primeira. E o que as pessoas sabem fazer é reclamar que o rock nacional morreu, que a MBP morreu e que estamos num estado catastrófico no qual não existe mais boa música nacional.

Mas eu adoro contrariar e sempre acabo esbarrando com coisas encantadoras. Eis alguns exemplos:




 

 



 

Claro que as minhas sugestões são coisas que têm a ver com o meu gosto musical. Fato. Mas pelo que ando fuçando sobre gêneros musicais, tem para todos os gostos. O segredo é desligar a tevê e buscar outras fontes. Se bem que mesmo na tevê dá para encontrar coisas bem interessantes. Fica a dica.

sábado, 14 de maio de 2011

Mistura que deu certo

   
     Deixar claro que foi dífícil escolher, mas, enfim, consegui.

     Há um tempo uma amiga do trabalho me apresentou esse grupo e quando estava buscando uma das músicas que mais gosto deles, Find me, achei uma outra que eles cantam uma música do Bruno Mars, Granade, então, como eu adoro o Bruno e o Boyce Avenue, por que não juntarmos as duas coisas?! 

     Gostei do estilo deles, pois interpretam diversas músicas incrementando-as com outros instrumentos, nessa que escolhi eles colocaram violino, por exemplo e eu gostei bastante.

     Fiquem à vontade para ouví-los a qualquer hora do dia. Eu ouço tanto no banho às 8 da manhã quanto no ônibus voltando da facul, à meia noite.

Hope u enjoy !


segunda-feira, 9 de maio de 2011

Life is wonderful, Rick!


O tema desta semana é indicar alguma música/banda.
Eu indico a música acima, não só por ser do Jason Mraz, que acho ótimo, mas por ser uma música com conteúdo, com espírito, com sentimento. Quando a escuto, chega a passar um “filme” em minha cabeça sobre uma pessoa especial que conheci.
Rick é seu nome - trabalhei com ele em um restaurante, onde era garçom. Por volta de seus 45 anos, Rick foi e acredito que sempre será uma das lições de vida e superação que mais me marcou.
Rick havia sido casado e tido três filhos – duas meninas e um menino. Uma de suas filhas, a mais nova, nasceu já com inúmeros problemas de saúde e vivera sua vida toda deitada em uma cama, dependendo de aparelhos para sobreviver. Cada aniversário seu era um dia triste para Rick, que dizia que era um ano a mais que sabia que sua filha estivera sofrendo. Creio que foi um dos únicos dias que o vi realmente abatido.
Como se não bastasse, em 2009, quando conheci Rick, fazia 2 anos que seu filho de 15 anos morrera de câncer. Rick estava separado de sua mulher, suas filhas viviam com a mãe em uma cidade próxima e ele vivia sozinho em um apartamento, com seu cachorro. As despesas com a saúde de seus filhos sempre fora muito grande comparada com seu salário – sinceramente, não sei até hoje de que renda ele se sustentava.
E para quem pensa que Rick era uma pessoa para baixo, pessimista, depressiva – coisas que seriam justificáveis, dada sua história –, se engana. Rick era iluminado! Vivia sorrindo, fazendo piadas, conversava com todos, era gentil, gostava de ajudar aos outros, contar histórias e adorava receber amigos em sua casa. Todas as senhorinhas que frequentavam o restaurante faziam questão de serem atendidas por ele.
Não é a toa que quando escuto essa música, lembro-me dele. Ele nunca deixou os obstáculos, os buracos, as lágrimas, o sofrimento, interferirem em seu modo de levar a vida. Nunca se deixou amargurar (pelo menos não por um tempo relevante). Ele utilizou de todo esse sofrimento para se tornar a pessoa ótima que é, com uma cabeça de se invejar. Ele teve seus tempos difíceis, mas aprendeu com eles. Não os esqueceu - isso jamais -, apenas não deixou que a tristeza dominasse sua vida.
Espelho-me muito nele. Espero sempre encarar os obstáculos como momentos de aprendizado e continuar achando a vida maravilhosa.

domingo, 8 de maio de 2011

Violins


Tema da semana: indique uma banda/música

Violins é uma banda goiana, eu sou uma pessoa goiana, então faz sentido indicar Violins, né?

Né, e não é, porque Goiás tem muitas bandas, e Violins nem é a minha preferida,  acho que atualmente a minha preferida é Gloom,  e minhas preferidas anteriores, acho que já foram pro saco.

Violins foi minha irmã que  me apresentou, há muito tempo atrás, quando  a gente morava lá em Florianópolis. Conheci o disco Wake up and Dream, que é todo em inglês, e por isso não me foi muito convidativo, naquela época eu tinha muito preconceito contra bandas brasileiras que cantavam em inglês. Aliás, nessa época a banda se chamava Violins and old books, não sei se com o nome também mudou a formação, mas acho que não.

Depois disso, de volta a Goiás, conheci a  música Qual a criança, do disco Aurora Prisma, que eu acho bastante bacana, que foi seguido pelo meu preferido Grandes Infiéis,  que conta com as minhas músicas queridas: Angelus  (cujo vídeo vocês conferem abaixo),  S.O.S.,  Atriz , Il Maledito e Ok Ok.
Depois disso,  eu comprei um cd que não  me agradou e depois perdi o gosto por acompanhar a banda, embora tenha assistido mais umas duas apresentações dela, que hoje já não é figurinha tão frequente nos festivais locais, como era antigamente.

A música é bem bacana, as letras vão de originais a sem sentido, mas aprecio muito o "gosto pelo eu lírico"  que o vocalista costuma ter ao compor, creio que ele é o principal compositor, mas pouco me informei a respeito.

Mas, porque sempre existe um mas, alguns trechinhos lembram demasiadamente RadioHead, segundo  dizem alguns fãs de Radiohead... Ainda assim, a banda tem muitos fãs que são fãs de Radiohead. Falando em fãs..  Os fãs de Violins tem aquele perfil de fãs chatos típicos de coisas como Los Hermanos, Teatro Mágico e Chico Buarque (eu simpatizo com a música e os fãs dos três, mas vamos admitir, os fãs, em geral, são bem bitoladinhos). Dizem, também, que o vocalista é dono de um dos maiores egos de Goiânia Rock City, e olha que a disputa é acirrada, mas isso não importa, quando se trata de arte, o artista sempre dá muitas mancadas, e não podemos culpar a arte dele por isso.

Contudo, eu listaria trocentos defeitos, e ainda assim, valeria a pena ouvir Violins, por causa de músicas como Angelus, que nos fazem pensar, e falam de uma maneira muito agradável de assuntos que muitas vezes são tratados como tabu. Não sei quem entrou e saiu da banda nesse período, não sei quais as inclinações políticas, sexuais ou de vestuário de seus integrantes, só sei dizer que a música é boa, e vai comigo pra vida inteira.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Mas você trabalha com o que?

É mais ou menos assim:

- Seu namorado faz o que? 
- Ele é músico.
- Ah, que legal! Mas ele trabalha com o que?
- Ele é músico. Toca contra-baixo em uma dupla sertaneja, uma banda de samba-rock e outra de MPB. E é sócio de uma escola de música, onde também dá aulas de baixo e musicalização. 

É difícil entender que em um país como esse, tão famoso por diversas manifestações artísticas, tão rico de cultura, as pessoas ainda não consigam enxergar a arte como uma profissão. O diálogo que reproduzi acima é constante em conversas com todos os tipos de pessoas. Nunca conseguem pensar que a música é uma profissão. Meu namorado é músico. É esse o trabalho dele. E ele não toca só nos fins de semana. Ele toca mais ou menos umas 16 horas por dia. Se não estiver tocando, está falando de acordes, de cifras, de arranjos, etc. Ele toca em três bandas. Tem ensaio 4 vezes por semana. E antes de ensaiar, ele precisa aprender a tocar as músicas. E no ensaio, pra uma música ficar no ponto, tem que ser passada diversas vezes. 

No último feriado, houve o show de lançamento de sua banda de samba-rock, a Soul do Bem. Ele passou todos os dias ensaiando. Quase não aproveitamos. Ele não descansou nada. No sábado de aleluia, ele foi passar o som e ficou a tarde toda no local do evento. O show foi à noite. Um sucesso! E no domingo de páscoa ele descansou? Não! Foi ajudar seus 2 sócios a terminarem a mudança da escola de música deles, que ganhou uma sede maior. Isso sem falar nos shows do carnaval... Teve dia em que ele fez três shows. 

E tem gente que acha que músico é vagabundo. Ainda tem a coragem de me perguntar com o que ele trabalha, quando digo que ele é músico. Gente, ele é músico. E trabalha muito, sim!

É uma pena que as pessoas só valorizem artistas que dão as caras na TV. Se esquecem que cada um desses caras que estão com as músicas estourando na rádio, algum dia já tocaram em palco gaiola em festa de prefeitura ou de Igreja. E nem por isso desistiram. E nem por isso trabalharam menos. 

Meu namorado é músico. E eu tenho muito orgulho disso!

domingo, 17 de abril de 2011

Quem canta seus males espanta, quem escuta também.

Olá, pessoas!

Esta semana estamos indicando blogs, aqui no Meninas Improváveis. Não consegui escolher um blog só, queria indicar o Ao perdedor as pancadas, mas tinha também o Coisas e Coisas, as Palavras de Luna, o Abra o Bico, o Pensado e Contado, Eu e minhas sete vidas, o Respeite meus Mullets... e outros dos quais sou freguesa.

Mas aí pensei mais com meu lado pretensioso: porque escolher um blog se sou tão indecisa e propor uma leitura, se posso propor um estilo de vida?

Sabe o que é... Esses dias andei com saudades do tempo dos experimentos musicais, ando numa fase de muitas enxaquecas e por isso não tenho tido a vida com trilha sonora que eu tinha antigamente, tenho tentado retomar isso.

E uma coisa que me move, que me empolga, que me faz sorrir, é achar uma música nova, bem bacana, bem diferente, bem esquecida, bem alguma coisa que não seja lugar comum... Ter sempre algo novo para alimentar a curiosidade dos ouvidos, da mente, da alma. E como fazer isso sem a ajuda da dona interneta?

Mas só a interneta não facilita tanto, não é tão prático, tão delivery, tão mamão com açúcar... Se você quiser mamão com açúcar você procura blogs que indicam música, aí é só dar um click, fazer um download e experimentar algo novo.  Se você não gostar, você aperta o delete, mas se você gostar... Aí é no carro, na cama, na cozinha, na academia... A coisa não para, a música vai com você a todos os lugares.

Eu gosto de rock e de música alternativa, se vocês gostarem desses estilos, eu indico o blog Indi.E.Geste de onde baixei  meus amados The Raconteurs,  e o blog Songs, Ideas we Forgot, em que minha amiga Laila Mirella é a mais nova colaboradora, e onde tem o link para o álbum da banda Gloom, até então o meu álbum preferido de 2011. Caso gostem de outros estilos, googlem, procurem, musiquem-se!

E é isso.. ouçam sem moderação! =D