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sábado, 16 de abril de 2011

Ainda há esperança !

      Para mim, a propaganda tem seu objetivo conquistado quando por meio de textos, seja a linguagem oral, escrita, imagética, etc, ela consegue transmitir a quem a vê uma vontade de fazer parte do que está acontecendo ali, vontade de pertencer àquele lugar, assim, dando uma sensação ao expectador de dependência do produto. Quando a propaganda consegue passar essas emoções e instigar “o tudo é possível”(mesmo que esse não seja) acredito que ela está sendo eficiente. E apesar de vermos por ai, muita, mais muita coisa ruim, ainda existem SERES abençoados na área da publicidade que conseguem fazer um trabalho criativo, inteligente e que alcança o seu público alvo e seus objetivos, efetivamente.
     A propaganda que escolhi, acho, mostra essas características que mencionei sem grandes problemas, e instiga o seu comprador em potencial a querer um Nissan para poder partilhar das mesmas coisas da propaganda.

Hope you enjoy !


Nissan - Naturalmente Capaz

sexta-feira, 15 de abril de 2011

"Porque de cerveja e mulher eu entendo!"

Foi aos doze ou treze anos que comecei a ficar chata. Não por causa da adolescência, mas porque nessa época eu realmente assistia TV e comecei a perceber qual era o nível das propagandas circulando na TV aberta.

Desde essa época eu praquejo por causa das propagandas de cerveja, pois durante muitos anos cerveja era associado a mulher. Mulher gostosa. Qual era a ideia: a de que mulheres e cerveja combinavam por serem gostosas e por serem conseguidas facilmente? Lembro de comentar com um amigo meu que mulher não gosta de bêbado nem de cara com barriguinha de cerveja, ainda mais agora quando estão cada vez mais exigentes.

Mas o que mais me chateava era que as próprias mulheres compravam a ideia e Juliana Paes, que não é exatamente o maior exemplo de emancipação feminina, foi "a boa" garota propaganda de uma marca de cerveja. Afinal, os bares estão recheados de bonitonas prontas para o flerte ou algo mais. E não há nada mais legal do que associar sensualidade à cerveja.



Felizmente a linha das propagandas de cerveja tem mudado, embora seja recente uma na qual um grupo de amigos está num churrasco e um cara "elogia" a irmã do amigo . O irmão fica chocado com o comentário (já que estavam falando da própria irmã), mas os outros concordam que agora eles estavam empatados, já que o irmão já tinha pegado a irmã do outro. Acho que no final, as propagandas de cerveja continuam estúpidas.

E eis o que me fica: Cerveja e mulheres, dois bens consumíveis. Até o último gole.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

"A vida nos deu tudo..."

Talvez a propaganda, em seu objetivo último - vender o produto - seja algo negativo. Uma coisa que faz você querer comprar. E ser fiel ao capitalismo, que vem nos transformando e nos fazendo um tanto irreconhecíveis, enquanto humanos. Mas será que não é humano ser fraco ao ponto de se deixar persuadir por uma boa propaganda? Ou será que elas, as propagandas, estão cada vez mais bem elaboradas e chegam a nos fazer pensar que realmente precisamos daquilo que brilha, dança, pula, fala à nossa frente?

Mas eu gosto bastante de propaganda. Algumas parecem filme. Outras, tão geniais! Tem também aquelas que fazem a música colar na nossa cabeça. E aquelas que nos arrancam um sorriso do rosto, mesmo depois de um dia cansativo e difícil? Tem propaganda que dá prazer de ver!

Essa, da Unimed BH é uma delas. É o tipo de propaganda que fala de seu produto de um jeito leve, que te faz sentir melhor. Se você já é cliente do plano de saúde, fica satisfeito e orgulhoso de fazer parte. Se não é, dá até vontade de ser. E o melhor dela é que nos faz refletir sobre coisas simples. E que muitas vezes não damos atenção. Coisas que estão ao alcance de todos nós.

Enfim, ela representa pra mim o tipo de propaganda positiva, que me traz coisa boa. E não mente, não força ser uma coisa que não é para vender o produto. Não insiste em levar ao consumidor, uma idéia que não vive, na verdade.

Espero que gostem da mensagem.

Um beijo.
:)

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Propaganda nova da coca-cola

A propaganda não vende apenas produtos, ela vende valores.

A propaganda já foi uma grande vilã. Já foi atribuído a ela o poder de não só vender o produto, mas vender a necessidade. É nas costas da propaganda que muitos jogam a culpa pelo consumismo desenfreado de nossos dias. Prima pela criatividade, domina a boa retórica, a boa propaganda seria capaz de fazer o consumidor confessar um crime. De fato, uma boa propaganda convence.

Eu gosto de propagandas.

A propaganda tem que ser entendida como ela é, uma veiculadora de valores.  Isso não pode ser esquecido. Como ela vê o produto que vende? Como ela vê o consumidor? Qual o contexto que ela está inserida? A propaganda, como a Ana B. demonstrou domingo, é reflexo de sua época (tirando as de creme dental e limpadores/aromas de vaso sanitário que são um horror e o mundo odeia).

A abordagem de uma propaganda demonstra o posicionamento de sua marca. Vejamos a coca-cola como exemplo. A coca-cola já foi, e ainda é, considerada o baluarte do capitalismo, juntamente com o Mc Donald’s. A coca-cola foi capaz de vestir o Papai Noel. Emprestou a ele sua cor e nunca mais ele trocou. Ela já não precisa mais fazer uma propaganda dizendo as qualidades de seu produto, como sabor, aroma, e etc., as pessoas já sabem. E o que ela faz? Ela veicula valores (independente de, de fato, serem seus). E quando ela veicula, ela associa. A coca-cola apregoa liberdade, esperança e mudança. É a mensagem do capitalismo atual. Um capitalismo que tenta ser domesticado. Que se preocupa com bem-estar e responsabilidade social e ambiental. A coca-cola exibe um mundo bonito que ela quer demonstrar que acredita. Ela também está na onda do sustentável. Eu não sou fã da coca-cola, nem ligo para refrigerantes, mas veja essa propaganda e perceba o porquê de uma marca se tornar grande.
                           

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Use camisinha

Alguém ainda tem dúvidas de que uma boa propaganda pode influenciar em muito as pessoas?

Quantas barbies ou bonequinhos dos power rangers que você já não pediu para seus pais comprarem após ver na TV?

Acontece que quanto mais velhas as pessoas ficam, mais difícil persuadi-las. Por isso, propagandas devem saber, principalmente, como abordar seu público.

Essa abaixo, pra mim, é um clássico de propaganda que conversa com seu público!rs