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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Tá, a gente se acostuma! Mas, a gente também se exercita!

Fazer as mesmas coisas sempre não é de todo ruim. Tem seus benefícios! É uma opção certeira: algo que a gente já conhece, menos perigoso, mais seguro. Quem não gosta de repetir aquele prato agradável, assistir novamente àquele filme bom, entrar naquelas mesmas páginas da internet? A gente pode repetir atividades, horários, agendas, compromissos e tudo isso tem uma dose de agradabilidade.
Além do mais, nada é completamente igual, sempre há variáveis envolvidas nos processos, e uma certa rotina pode ser organizadora e favorecedora de inovações e desenvolvimento. Também, quando tudo muda o tempo todo, é complicado entendermos o que é melhor ou pior, o que favorece ou não.
E então, caímos aqui, novamente, na questão dos extremos. Um certo exagero na repetição e na constância pode ser sinônimo de aprisionamento. Fazer o mesmo caminho para o trabalho pode ser uma boa saída quando se chega mais rápido. Porém, insistir no congestionamento quando se tem uma rua paralela vazia já não é algo tão saudável, não é verdade?
E falando em mundo interno, sempre optamos por um congestionamento aqui ou ali, mental, comportamental ou emocional. E essa opção irrita, desgasta, cansa, avisa que tem algo errado! Em um primeiro momento, você pode até não se dar conta disso ou até achar que não vale a pena se atentar para esse tipo de coisa (preguiça? ou até: preguiça disfarçada de superioridade?).
Como disse a Chen, ficar remoendo, persistir na ferida quando ela já teve tempo de fechar não é nada bom! E eu completo dizendo que exercitar o questionamento sobre as próprias escolhas (desde as básicas, como alimentação, vestuário, até mais complexas como: pensamentos, companhias, choros, trabalho) é uma ótima forma de criarmos possibilidades novas. E, quem sabe até possibilidades libertadoras! Fácil, não é não! Mas, é bom tamém!!

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Lá atrás da cortina, tenho Eu! Mas, Eu, o que eu tenho?

Taí! Se tem algo que é difícil, é encontrar a verdade. Sabe... Aquela Verdade! A verdade que encosta na cortina fina e bege (bege e bem escura), de visibilidade táctil que fica por detrás do palco.  Sim. Essa é difícil de encontrar!
Talvez, por permanecermos mais que 99% do tempo na atuação do que é perceptível pelos sentidos básicos. E isso é ruim?
Não necessariamente.
Eu diria: isso é incompleto!
O que acontece no palco, seja show ou seja ensaio, está intrinsecamente e diretamente ligado ao que ocorre lá atrás (que é base, é imprescindível, é profundo e, por isso, meio invisível). E é interessante que seja assim: o que é base, na grandessíssima maioria das coisas do mundo, teima em não aparecer (tão claramente, pelo menos). É sustentáculo e, apesar de parecer quieto, imóvel, escuro, profundo, mantém um equilíbrio inexplicavelmente dinâmico.

O que está escuro, escondido, dá medo. Dá muito medo por ser desconhecido. Porém, se é base, se é razão e sustentáculo, não deve ser tão ruim assim, não é mesmo?

É algo complexo. Muito complexo. Mas, muitas vezes, o que é complexo, é fascinante!Pessoalmente, acho isso apaixonante! E você, o que acha?

terça-feira, 28 de setembro de 2010

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Eu repito, Tu repetes, Ele repete...

“Uma mulher casa com um homem esperando que ele vá mudar, mas em geral ele não muda. Um homem casa com uma mulher esperando que ela não vá mudar, mas em geral ela muda.” "Por trás de um grande homem, há sempre uma grande mulher".
"Os homens distinguem-se pelo que fazem, as mulheres pelo que levam os homens a fazer".Carlos Drummond de Andrade Relacionamento é troca de tese, antítese, síntese. A ideia de passividade do homem frente ao mundo, de sua dureza, inflexibilidade e da maestria feminina é antiga, e também, é bem estranha. Relacionamentos despertam, constantemente, um movimento de elaboração e de reelaboração das coisas e do mundo. Eles podem construir ou destruir, melhorar ou piorar. E isso vale para o homem e para a mulher. Pense você, agora, em seus relacionamentos anteriores e atuais... pense também, nos diferentes momentos de seus relacionamentos... Acredito que vá se lembrar de fases complicadas, ciclos difíceis, e também de épocas de alegria e felicidade, que vêm claros à mente, como se fossem preenchidos de luz! Tudo isso é movimento! E o movimento interno, em uma relação, é constante e impressionante! Até quando alguém se paralisa, se fecha à mudança, se recusa a crescer, há, nessa posição, um intrigante e constante movimento interno. E é nesse sentido que discordo de máximas como: “por trás de um grande homem, há sempre uma grande mulher!”, “homem não muda” e outras desse tipo. A pessoa mais bem intencionada do mundo pode “dar com os burros n’água” ao tentar que seu parceiro cresça com a relação. Mas, tem pessoas que, em algumas relações, se predispõem a aprender com o mínimo estímulo: em nome do amor (por si mesmo e pelo outro), do bem e da alegria. E essa pessoa pode ser homem ou mulher! Acho que já está mais do que na hora de revermos esse tipo de conceito e de pararmos de divulgá-lo repetidamente sem qualquer questionamento ou razão. Existem grandes homens que não tiveram grandes mulheres para lhes darem apoio ou o que quer que seja. E o inverso também ocorreu: a História está aí para contar!
E você? Repete?

terça-feira, 14 de setembro de 2010

"Geneticamente, somos quase iguais aos demais animais" / "Não existe um homem igual ao outro nessa Terra! A começar pelas digitais!"

Quem nunca se deparou com as frases acima? Essas e outras que afirmam que o genoma de animais como a vaca, anêmona ou macaco são quase 100% iguais ao do ser humano... tem também as afirmações sobre o que todos os homens têm de iguais entre si (perante Deus, perante a natureza, perante o sistema solar, etc)...
Porém, sabemos que temos muitas coisas diferentes entre nós, seres humanos; entre os seres humanos e os demais animais; e também entre os animais (por exemplo: cada cachorro é de um jeito, mesmo sendo da mesma raça e da mesma ninhada)!
E então fica assim: sabemos que somos muito parecidos (em alguns aspectos, quase iguais), mas também somos bem diferentes. Na verdade, para mim, é aí que está a graça! Esses dois olhares podem ser usados tanto para destruição quanto para a construção. Podemos nos aprofundar um pouco mais nesses olhares e vermos que deles surgiram tanto a Eugenia Nazista quanto Jesus Cristo, Madre Teresa e muitos outros!
A maravilha e o respeito podem estar tanto na igualdade quanto na diferença! E a morte, a seleção, a discriminação também!
Há aqueles que se escondem atrás de teorias da seleção natural para se sobreporem aos demais, conquistarem lugares de poder, enterrando a igualdade, forçando alguma diferença para tirarem vantagens!
No entanto, pode-se olhar por esse aspecto e pensar que a defesa da vida em sociedade protege as espécies e o equilíbrio natural - tipo: "Devo ressaltar a diferença porque o outro pode 'me completar", "me ajudar'".
A igualdade pode ser guia de respeito, empatia ou de perda de sentido, perda da razão da existência ou perda da cor...
Quando me deparo com essas informações e afirmações, particularmente, penso que considerá-las pode colaborar para que se aumente o respeito entre os seres viventes da Terra. Trata-se de pontos de vista, aparentemente, divergentes. Mas, creio que sua interpretação depende muito do observador. Interessante, não? O que você acha sobre tudo isso?

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Fédon, por Platão

Escrita em forma de diálogo, indico esta obra como uma leve gostosura de se ler. Profunda e, ao mesmo tempo, acessível, é uma viagem que pode levar o leitor a sair do agora para planar em pensamentos que podem ser, desde intrigantes a essenciais.
Respeitando-se o contexto em que a obra foi escrita e alguns conceitos da época, pode-se ter uma ligeira ideia dos fantásticos pensamentos que rolavam há tantos e tantos anos...e que ainda hoje, fazem parte das intrigantes dúvidas ou debates da humanidade.
O diálogo entre Equécrates, Fédon, Sócrates, Apolodoro, Cebes, Símias, Críton e Xantipa conta alguns dos últimos momentos de Sócrates, que foi condenado à morte... e tudo se inicia com a pergunta:
"(Equécrates): - Fédon, estavas junto de Sócrates no dia em que este bebeu cicuta na prisão, ou apenas ouviste os relatos?
(Fédon): - Eu mesmo estive lá.
(Equécrates): - Que disse Sócrates antes de morrer e de que morreu? Eu o ouviria com muito prazer."
Para estudiosos e curiosos, vale muito ler a obra! Você vai aceitar o convite? E você, que já leu, o que achou?

terça-feira, 24 de agosto de 2010

A saúde fala... e a vida barganha...

Particularmente, acredito que o corpo nos dá sinais do que está acontecendo em nossas vidas. E as escolhas que cada um faz são refletidas no que o corpo diz... a escolha de viver intensamente apenas alguns aspectos do que a vida oferece se mostra algo, talvez, perigoso. Isso porque a vida barganha conosco e nos leva algo embora... pode nos levar alguns (ou muitos anos) de vida, pode nos levar alguma saúde, pode nos levar alguma leveza, pode nos levar um pouco de analgésico natural (e nesse caso, a dor aparece)... O perigo mora na falta de percepção dessa barganha e, nesse caso, quem não quer ver se torna mais prejudicado. Quem faz uma opção e sabe, claramente, dos riscos que está correndo pode lidar melhor com as conseqüências de suas escolhas. Quem fecha os olhos, liga o motor e vai embora na vida, optando a torto e a direito, como se nada fosse acontecer, pode se tornar refém das próprias escolhas. Nessas barganhas obrigatórias, a saúde está sempre presente. Como diz Beto Guedes em alguns trechos de Amor de Índio, um tempo fazendo algo vale o outro tempo fazendo outra coisa... E por aí, tem todo tipo de escolha... tem gente que se acha super homem ou super mulher e, mesmo sem nenhum super poder, insiste na escolha de viver sem dormir, sem comer, sem se cuidar, nega sua humanidade até onde consegue e acha que tudo ficará bem (e coitado de quem convive com esse tipo de falso altruísta, porque quando a vida resolver levar algo embora, o que vai sobrar é: amargor, doença, falecimento precoce, feiúra, impaciência). Tem gente que insiste em atrofiar o cérebro ou o coração e só exercita os músculos dos braços, abdômen, pernas... (e falta conversa, compreensão, recheio). Tem pessoas que optam sempre por viver “cada momento intensamente” fingindo que isso é liberdade. Essas saem torpediando inconseqüências por ai, fazem os outros sofrerem e, precisam passar por algo avassalador para darem a desculpa de que aprenderam (vivem arrependimento como se fosse um evento, tipo o último capítulo da novela!). Bem, acho que na hora de escolher, devemos nos lembrar de pensar nas trocas que a vida vai fazer. De repente, optar por maior variabilidade nas escolhas compromete menos a saúde (e os outros) e ajuda a passar pela vida com maior fluidez.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Alimentação Variada

Eu sei que a alimentação tem vários significados: sobrevivência, saúde, nutrição, beleza, doença, fome, alegria, descobertas, sentidos e por aí vai! Mas, o que acho interessante é que a maior parte das pessoas adapta o paladar a determinado tipo de alimento e não varia o cardápio da maneira como poderia (ou até deveria). Tem gente que se prende aos fast foods, há pessoas que comem pão de queijo todos os dias, tem os fanáticos por pizza, aqueles que só comem comida light (e não conseguem dosar o apetite para quantias menores e saudáveis de gorduras e carboidratos). Há quem coma “arroz, feijão e carne” todo santo dia e nem sequer imagina em experimentar um temperozinho diferente para criar aquela novidade. Nesse sentido, tem até aqueles regimes que favorecem o “monopaladar”: regime da sopa, regime da fruta, regime da batata, regime dos artistas (não, eles não são o prato principal!), tem até regime da lua!

E, cá entre nós, todos sabemos que a alimentação variada favorece a saúde. Além disso, quando se fala em criatividade, poucas pessoas pensam: “Sou criativa, pois busco sempre comer comidas diferentes!”. Aliar a criatividade diária à economia (comprando-se alimentos em quantidades menores e maior variabilidade) pode te fazer um grande bem (ao bolso, à pele e ao coração)! A utilização de sobras de alimentos para o preparo de outros pratos já é comum em sites e livros de receitas.

Listo aqui algumas ideias e peço a contribuição dos leitores para novas receitas:

- geléia doce feita com a casca da banana (eu adoro!),

- gelatina com pedaços de frutas,

- iogurte com pedacinhos de banana e maçã picadas (é fácil de fazer, uma delícia e vale um bom café da manhã. para quem não tem o hábito de comer frutas é uma beleza porque o iogurte disfarça o gosto das frutas),

- queijo branco em receitas e lanches (a maioria das pessoas vai direto comprar mussarela),

- talos de verduras podem virar ótimas tortas e deixam o arroz bem colorido,

- tortas e lasanhas de berinjela (substitui a massa e quase não se sente o gosto),

- cupim assado (carne fácil de fazer, apetitosa, pode ser feita com mais ou menos gordura),

- peixes assados (quer coisa mais fácil? Você coloca o peixe aberto no forno, é só adicionar sal ou tempero em cima e fica uma delícia! Comprando o peixe limpo é melhor ainda e, se souber comprar, é barato),

- macarrão (para as horas de correria, rs),

- pipoca (ou você só come quando vai ao cinema?),

- comida japonesa se faz em casa (é terapêutico e bem mais barato do que nos restaurantes),

- petit gateau (aquele bolinho com a calda dentro nem é tão complicado e custa caro que é uma tristeza),

- suco congelado (pode se transformar em refrescantes delícias no calor! Ou vai me dizer que nunca chupou gelinho?),

A proposta é: vamos inovar no cardápio? O que você sugere?

terça-feira, 27 de julho de 2010

O Preconceito e o (não) Saber...

Sabemos que o preconceito é um conceito formado antes que se haja um profundo conhecimento acerca de algo. O preconceito é, em várias situações, algo importante: desde crianças, ouvimos e vemos exemplos sobre o que é correto ou errado e, assumimos as opiniões alheias como nossas opiniões. Devido ao grande bombardeio de informações que recebemos do mundo, o preconceito nos facilita o aprendizado e nos permite maior tempo para elaboração dos nossos próprios conceitos. Quando aceitamos utilizar esse filtro conceitual de forma a contribuir para o nosso crescimento, torna-se algo muito bom. Porém, pode se transformar em uma grande barreira à evolução quando não sabemos ao certo, quais ideias não são nossas e, mesmo assim, as utilizamos correntemente como nossas e as defendemos com unhas e dentes. Isso piora quando a má organização do tempo e a preguiça se aliam ao preconceito. Atualmente, temos muitas informações sobre o mundo todo (e até sobre o universo) a apenas um clique de distância de nós. Seja pela televisão, jornais, internet, rádio ou outros meios, recebemos muitas informações sobre várias coisas e, quando percebemos, não tivemos tempo de pensar sobre aquilo e o pouco que pudemos acessar sobre aquela informação se torna uma verdade para nós. Viramos um rio de conhecimento cheio de informações com profundidade quase nula. Complicado isso, ne? Sim, pode ser. Pense nisso: se você tem dificuldades ou grande receio de dizer frases como: “eu não sei: “não tenho opinião formada sobre isso”, “li muito pouco e não entendi realmente o que ocorreu nesse caso”, ”eu não conheço tal autor ou tal conceito”, “ainda não li esse Best-Seller”, ou frases como essas em rodas de discussão acalorada, pode desconfiar! Pessoas que acreditam deverem saber opinar sobre tudo ou não poderem dizer que não sabem algo devem estar se achando mais importantes do que realmente são. Esse é um dos piores preconceitos que podem existir: ele não permite que a pessoa reveja seus conceitos por acreditar que deve estar sempre certa, que deve dar uma opinião certeira sobre a bolsa de valores, política, literatura, criminalidade, culinária, agricultura, poesia, moda e por aí vai... o resultado: um gogó bem forte e um cérebro fraquiiiinho, disfarçado por palavras antigas ou difíceis, retórica marcante recheadas com bastante ar, muito pedantismo e um emocional facilmente debilitado. Nesse caso, é melhor se flexibilizar com rapidez, e olhar bem para o espelho e conceituar o preconceito antes que se fique oco demais.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Um pouco sobre Tales e sobre a filosofia...

Escreverei, aqui, sobre um pensador bem antigo como forma de lhe agradecer por ter sido uma das primeiras pessoas, de que temos registros, que organizou sua maneira de pensar a fim de ultrapassar as barreiras visíveis e superficiais da realidade: Tales de Mileto.

Ele é do século VI a.C. e não é um consenso a informação de que, com ele, tenha nascido a filosofia. Alguns estudiosos, como Jakob Brucker, dizem que a filosofia é bem anterior a esta data. No caso desse estudioso, ela remonta sua origem às épocas de Adão e Eva, e diz que a filosofia alimenta-se de si mesma, existe por existir, sendo auto-suficiente e não precisando de alguém para criá-la. Outros, dizem que nas poesias de Hesíodo ou Homero já estavam presentes os primeiros sinais do filosofar.

Como, nessa pequena polêmica sobre o nascimento da filosofia, sempre está presente a figura de Tales, dedico a ele essas linhas. Não apenas por isso, mas, também porque acredito que quebrar uma linha natural de vivência e disseminar novas ideias e raciocínios não é algo fácil. Ainda mais, quando se faz com que essas ideias se espalhem por todos os lados e com que permaneçam por muito tempo vívidas.

Tales se questionou sobre a origem das coisas e trouxe sua contribuição dizendo ser “a água o princípio das coisas” e dizendo que “tudo estaria cheio de deuses”. Interpretado de diferentes formas, seu primeiro enunciado pode indicá-lo como materialista ou precursor desse pensamento em uma primeira leitura. Porém, essa informação é questionada quando se considera o contexto de sua segunda afirmação: de que os deuses permeariam tudo. Segundo Aristóteles, quando Tales falava sobre a água, poderia se referir ao referia à lenda do oceano como rio originário e do Estige. De acordo com essa ligação, percebe-se que não estão desconexas as propostas feitas por Tales. Seu pensamento se voltava a um princípio único presente em tudo.

Mesmo considerando que Tales não se desligou da origem divina que daria sustentação a tudo o que é, é de uma grandeza admirável sua proposta questionadora, a qual se vê presente e viva nos maiores gênios de todos os tempos e de atualmente.

Sendo assim, deixo o meu agradecimento a todos esses pensadores e questionadores, que trouxeram luz à Terra, usando de sua inteligência e genialidade para proporem perguntas e respostas de modo a quebrarem a calma e tranquilidade do mundo e da vida rotineira, possibilitando saltos evolutivos inquietantes desde sempre até os dias atuais.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Brasil! Brasil!

Acho muito interessante o que o esporte pode causar nas pessoas... basta ver toda a movimentação que houve nesses dias em que o Brasil jogou na Copa. Todos felizes, torcendo juntos, alegria pairando no ar, buzinas de comemoração e torcida! Abraços, Bandeiras espalhadas por todo lado... Bandeiras... Pena que elas não são tão vistas assim quando não tem futebol... por que será? Não seria interessante que fosse diferente? Que tivéssemos as Bandeiras espalhadas por todo o lado sempre? Que torcêssemos com mais frequência?
E o Hino? Sabemos sua letra? O motivo de cada pedacinho? Como cantá-lo? Acredito que a maioria de nós tenha dúvida sobre alguma coisa, ou não conheça tudo sobre o nosso Hino... que ele já teve outras versões, já teve partes retiradas, a introduçãozinha que era cantada, sabe? Aqui, fica, portanto, o convite de mantermos esse interesse pelos nossos Símbolos Nacionais em todos os momentos! O Selo, o Brasão, o Hino, a Bandeira...
Coloco, abaixo, para quem tiver o interesse, a parte relacionada à execução do Hino Nacional da LEI Nº 5.700, DE 1 DE SETEMBRO DE 1971, que fala sobre a forma e apresentação dos Símbolos Nacionais. Quem tiver interesse pode acessar essa lei na íntegra no site: http://www.jusbrasil.com.br.
SEÇÃO II
Do Hino Nacional
Art. 24. A execução do Hino Nacional obedecerá às seguintes prescrições:
I - Será sempre executado em andamento metronômico de uma semínima igual a 120 (cento e vinte);
II - É obrigatória a tonalidade de si bemol para a execução instrumental simples;
III - Far-se-á o canto sempre em uníssono;
IV - Nos casos de simples execução instrumental tocar-se-á a música integralmente, mas sem repetição; nos casos de execução vocal, serão sempre cantadas as duas partes do poema;
V - Nas continências ao Presidente da República, para fins exclusivos do Cerimonial Militar, serão executados apenas a introdução e os acordes finais, conforme a regulamentação específica.
Art. 25. Será o Hino Nacional executado:
I - Em continência à Bandeira Nacional e ao Presidente da República, ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal, quando incorporados; e nos demais casos expressamente determinados pelos regulamentos de continência ou cerimônias de cortesia internacional;
II - Na ocasião do hasteamento da Bandeira Nacional, previsto no parágrafo único do art. 14.
§ 1º A execução será instrumental ou vocal de acôrdo com o cerimonial previsto em cada caso.
§ 2º É vedada a execução do Hino Nacional, em continência, fora dos casos previstos no presente artigo.
§ 3º Será facultativa a execução do Hino Nacional na abertura de sessões cívicas, nas cerimônias religiosas a que se associe sentido patriótico, no início ou no encerramento das transmissões diárias das emissoras de rádio e televisão, bem assim para exprimir regozijo público em ocasiões festivas.
§ 4º Nas cerimônias em que se tenha de executar um Hino Nacional Estrangeiro, êste deve, por cortesia, preceder o Hino Nacional Brasileiro.
Capítulo V
Art . 34. É vedada a execução de quaisquer arranjos vocais do Hino Nacional, a não ser o de Alberto Nepomuceno; igualmente não será permitida a execução de arranjos artísticos instrumentais do Hino Nacional que não sejam autorizados pelo Presidente da República, ouvido o Ministério da Educação e Cultura.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Escultura...

Escultura...

Tentativas tridimensionais e palpáveis... criação! Há vários tipos de delas... estátuas humanas ou de outros seres imaginários, esculturas abstratas, artefatos, as de alto relevo - muito usadas para decoração de igrejas e castelos, máscaras... Muitas delas nos permitem reviver, imaginar momentos ocorridos há milhares de anos.
Não listarei aqui as esculturas mais famosas, belas e curiosas. Porém, indico ao leitor que faça uma busca e vá de encontro a essas maravilhas tocantes. Não vai se arrepender e passará momentos de surpresa e encantamento.
O curioso é que esculpir é uma maneira de materializar a imaginação, tornar concreto, palpável e compartilhado algo escondido em alguém... uma ideia que só passa a existir para o mundo quando o seu criador a compartilha, um belo que só se toca quando alguém se abre à força criativa e proporciona ao mundo esse descobrimento.
Alguns dizem que esculpir é quando a pessoa cria, se coloca no bruto para que ele se transforme em algo finalizado e trabalhado, belo aos olhos de alguém. Outros, dizem que a escultura já existe no material a ser esculpido e que o trabalho do escultor é apenas mostrá-la ao mundo.
De qualquer forma, acredito que seja uma das formas como o homem brinca de Deus... Como essa arte toca você?

terça-feira, 25 de maio de 2010

Arrume o Espelho!



“Se você não se gostar, quem v
ai gostar de você?”





Quem nunca ouviu essa frase ou seus derivados? Se a gente se acha feio, anda cabisbaixo, coloca apenas roupas amassadas, não arruma ou corta os cabelos, não faz maquiagem, não coloca brinco, deixa a barba crescer até ser votado a papai Noel... vai ficando mais difícil de atrair os olhares de admiração, não é?
É aí que vemos que a beleza vem mais de uma postura interna, de uma abertura ao próprio belo. Não é à toa que as cabeleireiras não apenas cortam e arrumam os cabelos e que as manicures não apenas fazem unhas! Elas ouvem! As mulheres vão para cuidar da estética e ganham uma sessão Express de terapia informal. Há todo um trabalho terapêutico de afirmação de si mesmo possibilitado no ambiente do salão! Sim, e quem vai para cuidar da aparência acaba se trabalhando internamente! Fala de seus relacionamentos, de seus problemas e felicidades! Troca experiências e, geralmente, sai de lá bem mais leve e feliz!

A mulher que trai o marido escuta e se sente culpada escuta: “Você é que está certa! Tem que ser mais você! Homem, a gente tem que tratar mal para ele dar valor!”; a mulher apaixonada escuta: “Ah, mas que lindo!!! Tem mesmo é que investir na relação e ser fiel! Ainda mais hoje em dia!”, aquela que quer mudar o visual escuta: “Tem que mudar mesmo! Mudando por fora, a gente acaba mudando por dentro! Dá uma reciclada no astral!”, e assim vai... As clientes mais quietinhas aprendem ouvindo as demais e pensando: “Nossa, comigo é assim também” ou até: “Gente, não tenho o que reclamar da minha vida! Olha a vida dessa mulher!”

Não há nada de sigiloso e ético nessas conversas! E quando o papo não agrada a cliente, ela pode não voltar mais naquele salão: “Puxa, aquela mulher fica se metendo na minha vida e só falando besteiras! Quem ela pensa que é? Também, não boto mais o pé aqui! E o meu cabelo nem ficou tão bom...além de tudo, a cabeleireira está perdendo a mão!”. Ou seja, se não houver acolhimento ou incentivo, nada dá certo! Homens aproveitam menos as conversas de salão de beleza, mas, frases curtas e jocosas do tipo: "Para, cara! Você tem que se valorizar! Essa mina não te merece!", "Você não se cuida, cara, entra lá na academia!", "Tá saradão, hein!" ou "De novo com essa roupa, idiota!" estão presentes (já ouvi todas essas) e fazem mais ou menos o mesmo serviço. Por que tem que vir de fora algo que reverbere por dentro, que faça sentido?

Tudo bem que sempre vemos, por ali e por aqui uma revista, um outdoor ou outra propaganda falando que se a gente não for perfeita, sem celulite, se não tivermos Aquela roupa dAquela loja, aquele tanto de silicone, o salto de tal tamanho, o melhor marido, três filhos, o melhor cargo executivo dAquela empresa, e ainda se não fizermos pilates três vezes por semana para conseguir ter equilíbrio, está tudo perdido! E para os homens: tem que ser sarado, barriga de tanquinho, rosto perfeito, pele de bebê, 1,90m, ter Aquela roupa, Aquela moto, Aquele carro com Aquele som...

Mas, continuo apostando na ideia de que a beleza está aí, ao alcance de todos nós, sem muitos entretantos externos e com vários deles internos...
Não é uma delícia ser admirado por alguém?! E se esse alguém for, primeiro, você mesmo? Que tal um SPA interno, umas sessões de valorização pessoal por semana, uma crise de riso assistindo a comédias, um sorriso no espelho? É barato, simples, de efeito imediato, não tem limite de idade e você vai sentir um bem-estar absurdo! Nem a Jolie será mais caliente e linda! E o Tom Cruise não vai aceitar a missão de causar mais do que você... até ele vai achar impossível!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Tato...


O Tato... Sentido esparramado pelo corpo!! É o sentido da proximidade, da proteção, o primeiro desenvolvido pelo feto! Não é racional, é instintivo e não é à toa que tem a pele como órgão responsável: ela é o maior órgão do nosso corpo! A gente sente o mundo por meio dela... A gente toca, bate, acaricia, beija, morde, coça, faz cócegas, arrepia, esquenta, esfria... Como é bom “sentir na pele”!!
É o tato “tocando” por meio desse grande órgão que nos envolve! Que combinação mais gostosa e sábia criada pela natureza!


A pele mostra, constantemente, o nosso limite com o mundo: segura e protege os nossos órgãos, sangue, fluidos, nos aquece, mostra até aonde podemos ir. Por suas várias terminações (ou seja, por sua combinação com o tato), nos manda parar quando é necessário: a dor avisa! Nos pede para continuar quando somos agraciados pelo carinho, pelo calor gostoso, pela brisa refrescante!

Tato, que sentido delicioso! Podemos até pensar: sem dor, tudo seria melhor! Porém, não é bem assim! Pessoas que não sentem dor – há vários causadores desse problema – não encontram limites, e a morte pode ser certa.

Tato... um sentido contraditório e lindamente completo: apesar de ser tão basal, nos permite os sinais do amor, do carinho, da afeição... nos traz a dor e o aconchego... o limite e a proteção! Vamos proteger, acariciar, abraçar, beijar mais! Tato...vamos tatear!?


terça-feira, 4 de maio de 2010

Musicar, Comungar, Compartilhar, Vivenciar


A música, quando é criada, traz, em cada detalhe, o profundo existente de alguém. Ao entrar em nossos ouvidos, ela pode dançar de mãos dadas com nossas células, nossos líquidos, nossa paz, com a nossa tensão.
Descobrimos o momento que vivemos na música que ouvimos!
Ela nos dá energia, nos emociona, nos seduz e faz seduzir, nos dilui no universo ou nos transforma em Sol!


E dentro de nós, há parte de alguém a nos visitar... de vários alguéns. Invadir-se por uma melodia é comungar, compartilhar um universo onde o verso é grandioso e infinito em possibilidades!




Não imagino o mundo sem música... na vibração, no balanço, no ritmo... música é tradução!

terça-feira, 27 de abril de 2010

Mulher no Singular

Quantas características nos tornam tão lindamente complexas... o biológico é um grande favorecedor desse turbilhão de delicadezas, fortalezas, novidades! O mais belo é que, por trás de todas essas características maravilhosas e conhecidas que fazem de todas as mulheres seres tão especiais, há aquela combinação especial que torna cada uma um ser peculiar! Não, não há uma mulher igualzinha a nenhuma outra nesse mundão!
Há mulheres silenciosas que despertam muita curiosidade sobre o que se passa dentro delas – com o tempo, elas podem frustrar expectativas de alguns e superar a de outros...
Há mães maravilhosas que cuidam com amor e maestria de seus filhos! Há mães muito inseguras e outras que só sabem fazer nascer – porque depois, o mundo cria! Há muitas mulheres que preferem não ter seus próprios filhos e optam por dedicar a vida à religião, ou a cuidar de outros filhos, que vieram ao mundo por outras barrigas.
Há mulheres que amam trabalhar fora e outras que não trocam nada pelo prazer de trabalharem dentro de casa!
Há mulheres atiradas e outras reservadas! Há esposas dedicadas e mulheres casadas que se assumem solteiras para sempre.
Há aquelas que vivem da beleza externa – dela, tiram dinheiro para viverem, para se cuidarem – são, fisicamente, admiradas em larga escala! Há mulheres que amam pesquisar, estudar, que focam no conteúdo!! E, pasmem! Nem todas as que focam em beleza são vazias e nem todas as estudiosas são feias!
E assim vai... forma-se como um espectro solar: vasto, colorido, complexo e sem fim! E é isso, é isso que é o mais lindo!! Se você diz que mulher é tudo igual, pode ser que não tenha percebido o quanto ainda pode conhecer de cada uma e de várias mulheres: suas amigas, mãe, avós, namorada, esposa!
O olhar que singulariza pode surpreender mais e ser bem mais emocionante do que o olhar que generaliza! O que acha? Vamos tentar!

terça-feira, 20 de abril de 2010

Desafios

Desafios são situações com as quais nos deparamos e que topamos resolver sem saber ao certo como, sem saber direito qual caminho tomar. Quando topamos um desafio, temos que nos esforçar, achar outras rotas, novos caminhos de pensamentos, de sentimentos... devemos inovar para encontrar uma solução que ainda não conhecíamos, que não tínhamos ainda criado! Desafiar é criar!

Várias pessoas dizem: devemos transformar os problemas em desafios! Eu acredito que o Problema também seja algo a ser resolvido, algo que se mostra em formato de questionamento, com um ponto de interrogação, que convida a desvendar. Porém, essa palavra “Problema” traz algo de negativo, enquanto que a palavra “Desafio” está mais diretamente relacionada a algo que põe alguém à prova, que testa seus conhecimentos, sua dedicação, seu esforço. Considerando que a diferença seja apenas essa, do ângulo do olhar, é melhor optarmos olhar pelo lado que impulsiona!! Pelo lado que cria e equaciona!! Como aprendemos, desde cedo, na escola, equacionar é reduzir um problema em partes diferentes e mais facilmente resolvíveis! Equacionar um problema é, portanto, transformá-lo em desafio!!

Há momentos, em nossa vida, em que nos deparamos com grandes problemas, que nos tiram o sono, despertam gastrite, arrepiam os cabelos! Talvez, seja a hora de tirarmos nossos grandes compassos e calculadoras (mentais e emocionais), pegarmos lápis, borracha, caneta e papel, arregaçarmos as mangas e começarmos a equacionar!! Vamos nessa?!


*Geisa*

terça-feira, 13 de abril de 2010

Inauguração...

Olá a todos! Eu sou Geisa e fiquei muito contente quando fui convidada a participar desse blog. Quando começamos algo novo, criamos expectativas e vivenciamos, de antemão, em nossas fantasias, muito do que pode ocorrer.
Eu penso que esse blog será um espaço onde várias expectativas e caminhos se cruzarão: não só as expectativas e caminhos das 07 meninas, mas também, de todos os leitores.
Muitos autores denominam de "contrato psicológico" esse cruzar de vidas e expectativas diferentes, as quais geram novas expectativas a vários "repensar" sobre a caminhada... ou seja, um novo início.
Acredito que o importante seja fazer de cada cruzar de expectativas um novo começo, para que esse sentimento não pare ou permaneça apenas no primeiro texto de cada uma das meninas, na primeira semana de postagem no blog... Pensando nisso tudo, me permiti um momento de abstração e escrevi o texto abaixo...


De um Avô para um Neto... sobre algo que se inicia


Meu querido neto, não tenho mais muito tempo nessa vida. Não quero deixar a você apenas a empresa e os nossos outros bens para que dirija. Sei que você vai enfrentar muitas coisas ainda e, por ser assim, tão grandioso, de alma pura e coração bom, quero deixar algumas palavras para que te acompanhem nos momentos de dificuldade. O caminho é longo e você está iniciando um trabalho que o colocará em contato com as mais diversas pessoas. Mas, o que quero dizer é que a pessoa mais diversa com quem conviverá é você mesmo!

A expectativa que temos quando algo se inicia, a promessa que nos inunda vem de mãos dadas com os nossos maiores sonhos e, talvez, até temores. Antes que algo comece, podemos viver o processo todo, caminhar o caminho inteiro, sem ao menos colocar o primeiro pé na nova estrada. Puxa... que sentimento bom! Podemos nos maravilhar com nossas conquistas antes mesmo de investir nelas! Tentamos prever possíveis problemas que possam aparecer, mas, confiantes... ou desafiadores... ou curiosos... nos adentramos em mais um novo caminho para lutar, para viver nosso sonho, para ver no que vai dar! Eu sorrio quando falo isso, pois, me lembro daquelas noites em que ficávamos conversando sobre a vida, pensando no futuro, fazendo os planos... antes de você ir pra faculdade... antes de você casar... antes de você ter filhos...

O complicado, porém, surge quando os nossos caminhos nos trazem surpresas que não prevíamos e o que esperávamos fica bem diferente do que realmente acontece. Em alguns trechos do caminho, é assim! E então, se não nos comprometermos mais com a realidade do que com o que, previamente, vivenciamos em nossa fantasia, acabamos por desistir da caminhada!

A renegociação deve, portanto, ser feita sempre: e de você consigo mesmo! O você da fantasia, da paixão, da realidade interna, com o você atual, do hoje, do mundo acordado! Não culpe o seu companheiro (seja ele quem for) de não ter vivido o caminho conforme o que você sempre esperou e (muitas vezes) nem sequer, o avisou. Negocie consigo mesmo se vale a pena continuar... se o que você esperou de você mesmo está sendo realizado. Se você consegue olhar para o seu caminho e ter vontade para investir na destreza de contornar os obstáculos e para se reapaixonar pelo caminho após cada mudança que aparece.

Não, isso não significa que você nunca deva mudar suas prioridades ou seus sonhos, pois, isso seria teimosia e inflexibilidade. Significa, apenas, que a vida une vários sonhos, várias prioridades que se entrelaçam infinitamente e que, realmente dão a graça da surpresa ao vivido. Repense se essa surpresa do vivido está te alimentando, te ajudando a rever suas possibilidades, te dando forças para se melhorar, para se desafiar! E continue, mais e mais, investindo em seus sonhos e curtindo suas realidades: com um começo a cada mudança, um aprendizado a cada questionamento, um sonho a cada realidade!

Eu ficarei, sempre, torcendo por você! Sentirei, junto, o cheiro da novidade no ar, a cada palavra que você escrever na história da sua vida! Acompanharei todos os rascunhos, seus escritos e riscos... torcendo para que o seu novo seja perene!