Tema: Como o fato de a gente estar inserida numa cultura machista faz com que tenhamos uma visão distorcida sobre nós mesmas.
Nesta primeira semana de faculdade, tivemos um
debate sobre forma x função, eu tinha que defender a forma e até o momento
estamos ganhando, mas transferindo esta ideia para o tema desta semana eu me
pergunto: “Cotidiano X Essência” o que realmente nós seriamos? Por que afinal de
contas estamos inseridos em um cotidiano, em um tipo de vida de pensamentos e
de atos, muitas vezes, aliás, na maioria das vezes, totalmente distintos da
nossa real essência; e como lidar com isso? Como caminhar com isso de uma
maneira que demonstre às outras pessoas que isso não é uma forma de agressão ao
outro e sim apenas a sua forma de ser, diferente, único!?
Difícil responder estas perguntas por que se
pararmos para analisar até o presente momento quase ninguém tinha pensado neste
assunto, muito menos na pauta que ele daria, às vezes não observamos ao redor,
não vemos a força que nós fazemos para nos adequar ao meio que vivemos, única e
exclusivamente por que ainda não encontramos uma maneira de fazer com que o
meio aceite a essência, então seria mais fácil se adequar ao que temos?
Se for fácil ou não, eu realmente não sou a
melhor pessoa a dizer, mas que muitas vezes é mais fácil remar a favor da maré... Ah isso é!
“Enquanto você
Se esforça pra ser
Um sujeito normal
E fazer tudo igual...
Se esforça pra ser
Um sujeito normal
E fazer tudo igual...
Eu do meu lado
Aprendendo a ser louco
Maluco total
Na loucura real...”
Raul Seixas – Maluco
Beleza


